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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Madrugada (quase soneto)







Lamparinas acesas nos cantos da alcova

Sob a brancura dos perfumados lençóis

Absorta em pensamentos, jaz minha esposa,

Morena faceira...desejou tanto estarmos a sós


Ao fundo, o som do mar quebrando

Águas espumantes indo e voltando

A lua mostrando somente metade

Arredia, esconde-se, ao longe na cidade


Não tarda e findará a madrugada

Estou cá a velar seus pensamentos

Pensava ela nos ardentes momentos?


O vento invade a janela, apagando as lamparinas

Descobre o corpo moreno da minha  menina, que reclama

Sinto um arrepiu, afago seus cabelos macios, meu corpo inflama.





....Frag-men-tos-Meus....


*Publicado originalmente em Notas de Vall Nunnes no facebook: <https://www.facebook.com/notes/vall-nunnes/madrugada-quase-soneto/277443685748476>