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Sejam bem vindos ao Meu Mundo Subjetivo!

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Um mundo ofuscante



Apenas uma reverência e terás o mundo!
Usando outras palavras, foi exatamente o que o Tentador ofereceu  a Jesus Cristo na terceira tentativa de fazê-lo  adorá-lo e cair para sempre (Mateus 4: 1-11).
Embora não percebamos é isto que fazem nossos inimigos sociais, aproveitando-se de nossas necessidades, desde as mais básicas até as mais supérfluas; quando por este meio não conseguem usam nossos piores sentimentos, fazem uso de nossas fraquezas emocionais para seduzir, para nos fazer pensar que não há outra saída.
É fato que somente há fortes porque há uma base de sustentação, isso fica evidente nas campanhas políticas: as coligações, os cabos eleitorais, as visitas dos candidatos nas residências para pedir votos, militantes que só “pensam e fazem” pelo coletivo. Tudo está interligado.
Dizem trabalhar em prol do coletivo, mas dão segurança e prioridade aos pedidos pessoais. Então, o sujeito que  esteja disposto a oferecer lealdade ou gratidão eterna terá emprego garantido. Trocas e mais trocas de favores... Afinal é dessa amizade desinteressada que o candidato  precisa para manter-se no poder ou a ele chegar.
O problema é que alianças são feitas para em nome de algo maior ser desfeitas num futuro próximo. Simplesmente pelo dinamismo e demanda  do mundo eleitoral.
É preciso ter coragem e firmeza para adentrar no mundo das jogadas políticas, pois em nome disso eles descartam parceiros leais, tudo para conquistar novas confianças. Mexendo com sentimentos e emoções que podem acarretar as piores reações.
O bicho homem não conhece a si mesmo e quando este se sente subestimado, humilhado, desdenhado pode se tornar um mar de ódio, cego, totalmente dominado.
E nessa hora ainda serve de fantoche para o antigo amigo e para os novos amigos da oposição.
É preciso passar por cima das muitas fomes que temos e lembrar que podemos saciá-las com fé e perseverança em algo muito maior. Esta fome poderá ser vencida pelo discernimento que é diferente do desejo de saciedade imediata ou pelo fascínio que as luzes exercem.
Não se deve tentar ao Criador antecipando os acontecimentos vindouros, tudo tem um momento de se realizar. Por pura impaciência e vontade de pertencer ao mundo das vaidades trazemos sofrimentos desnecessários para nossas vidas. Sem considerar que fatalmente o pessoal atinge o coletivo.